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A Câmara de Blumenau teve uma sessão marcada por debates sobre responsabilidade fiscal e a eficiência da gestão pública, conforme apurado pelo Blog do Jaime. Os vereadores rejeitaram a tramitação urgentíssima de um projeto sobre débitos previdenciários e cobraram agilidade na execução do programa Rio Seguro. Além disso, a Casa aprovou iniciativas que incentivam a geração de empregos para jovens e o bem-estar animal.
A Mesa Diretora negou o pedido do líder do governo, vereador Alexandre Matias (PSDB), para que o Projeto de Lei 2586/2026, referente ao reparcelamento de débitos previdenciários com o ISSBLU, tramitasse em regime urgentíssimo. O vereador Diego Nasato (NOVO), vice-presidente da Câmara, manifestou-se contra a urgência, levando à votação nominal e à rejeição do pedido com dois votos contrários. A decisão mantém a tramitação ordinária do projeto, que já havia sido arquivado pela CCJ por ausência de documentação sobre impacto orçamentário e financeiro.
A sessão também contou com a presença do secretário de Proteção e Defesa Civil, Carlos Menestrina, que detalhou o programa Rio Seguro e a situação do Ribeirão Fortaleza. Ele informou sobre R$ 9,765 milhões em recursos estaduais para desassoreamento de cinco ribeirões, mas explicou que os trabalhos dependem de licenciamento ambiental e estão em fase de planejamento. O vereador Nasato criticou a demora na execução das ações e expressou preocupação com a possível perda dos recursos estaduais anunciados em 2025, cobrando mais agilidade da Administração Municipal.
Em um movimento que valoriza a iniciativa privada e a responsabilidade individual, a Câmara aprovou o Projeto de Lei 9571/2026, que cria o Selo Empresa Amiga da Juventude. De autoria do vereador Flávio Linhares (PL), a proposta visa incentivar empresas a oferecerem oportunidades de primeiro emprego aos jovens blumenauenses. Também foi aprovado o Projeto de Lei Complementar 2575/2026, da vereadora Cristiane Loureiro (Podemos), que permite estações inteligentes de bem-estar animal por meio de parcerias, sem custos diretos ao município.





